UOL Notícias Especial de Trânsito
 

Blog do Especial de Trânsito

Cinco pessoas, cinco dias sem carro

26/09/2008

Valeu pela experiência

Nestes cinco dias, percebi algumas coisas. Posso muito bem viver sem carro, por exemplo. Também aproveitei o prazer que as pequenas experiências oferecem, como conversar despretensiosamente com desconhecidos. E conheci partes da cidade na qual eu moro e que eu se quer sabia que existiam.

Como disse no post anterior, gastei por volta de R$ 65. Um valor alto, pois de gasolina gastaria cerca de R$ 45, fora o estacionamento mensal. Devido ao meu percurso, não valeria a pena eu andar de transporte público todos os dias. No total, pegaria ônibus cinco vezes ao dia e o metrô, duas vezes. Isso sem falar que meus horários são extremamente apertados em épocas sem blog do UOL.

Esta semana valeu muito a pena. Talvez quando acabar a faculdade e só tiver de trabalhar, andarei de transporte público.

Nesta minha despedida, quero agradecer todas as ajudas para fazer o melhor trajeto, todos os elogios dos internautas e também as críticas. Agradeço imensamente esta experiência que engrandeceu a minha vida e a minha carreira jornalística. Além disso, gostaria de parabenizar os meus colegas de trabalho pelos textos brilhantes.

Observação: nesta noite, voltarei de ônibus para casa!

Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO

Último dia: primeiro dia acompanhada

Saí da Metodista ao 12h20 e encontrei o Flávio Florido, o editor de fotografia do UOL - assim começou a caminhada até o ponto, que fica a cinco minutos da faculdade.  Encontrei a Ana, uma menina da minha sala com quem converso pouquíssimo. Pois descobri que ela pega o mesmo ônibus que eu, o Metrô Saúde, e que há uma outra linha que vai para o meu destino. Ótimo.

Hoje meu ônibus passou após 15 minutos de espera. Entrei e o Florido começou a fotografar. Uma senhora me disse: "Olha, esse cara está filmando. Como assim?". Eu dei risada e expliquei que ele só tiraria foto de mim. As pessoas ficaram muito desconfiadas com a situação.

A viagem durou cerca de 40 minutos e novamente passei pelo Zoológico de São Paulo – desta vez já tinha me acostumado com o caminho. As árvores pareceram mais verdes do que ontem e também estava mais sol. Jamais perceberia isso se estivesse ao volante. Quase chegando, a Ana nos alertou para que descêssemos em um ponto anterior ao final.


Melhor, porque andei menos do que ontem e conversei mais com a Ana. Esta foi a minha única viagem acompanhada por um rosto conhecido. Despedi-me dela e acho que o percurso valeu algo. Conversei com uma pessoa com quem não trocava mais de duas palavras e descobri algumas coisas da vida dela. Ela trabalha e pega todos os dias aquele mesmo ônibus na ida e na volta desde o início da faculdade, há três anos e meio. Às vezes, estamos tão voltados para o nosso grupo de amigos que esquecemos as pessoas que estão ao redor. Elas podem te ajudar de alguma forma em algum momento de sua vida.

Peguei o metrô e fui para a estação Paraíso. O vagão estava vazio e as pessoas viam o Florido tirando as fotos. Até que um menino perguntou para a mãe: "Quem é essa menina?". Engraçado. Ao fazer a baldeação, o outro vagão lotou. Dessa vez, ninguém se importava com o Florido. 

Na estação Consolação, pegamos o ônibus bem rápido e não conseguimos sentar. Eu estava com muita coisa na mão e pela primeira vez na semana uma mulher segurou as minhas coisas. Uma atitude muito legal, porque a qualquer momento poderia perder o equilíbrio. E perdi. Quase caí em cima de uma menina. Gafe...

O meu último percurso demorou uma hora e 20 minutos. Para mim, passou mais rápido, mas o relógio não engana. Só na ida gastei R$ 7,60 e na volta gastaria mais R$ 7. No total da semana tive um gasto de por volta de R$ 65. Muito. Com o carro chego mais rápido e ainda economizo um pouco. Mas a experiência valeu, sobretudo pelas pequenas surpresas do dia-a-dia. 

Veja o álbum do meu trajeto de hoje.

Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO
25/09/2008

Fui parar no zoológico

Hoje fui para a faculdade, assisti à aula, fiz uma entrevista e almocei. O dia já era turbulento e eu sabia que a minha jornada só estava começando. Eram 12h40 e eu andava rumo ao ponto para pegar o ônibus “Metrô Saúde”, como tinham me indicado. Esperei cinco minutos e ele passou. Logo de cara, me deparei com o valor da tarifa do ônibus de R$ 2,90, parei e pensei: “Este deve rodar o mundo”.

Realmente rodou. Para se ter uma idéia, passei pelo bairro Taboão, em São Bernardo, Diadema e umas estradinhas cheias de árvores por todos os lados. Comecei a ficar tensa, muito tensa. Por alguns instantes, tive a sensação de ter tomado o ônibus errado... De repente, vi o zoológico. Não sabia que esse era o caminho. Comecei a tremer, primeiro, porque ia chegar atrasada no trabalho. Depois, por não fazer a menor idéia de como voltar de lá se estivesse perdida. Levantei e perguntei ao motorista se realmente aquele ônibus iria para o metrô Saúde. Ele me respondeu que sim. Ufa.

Depois de 20 minutos do ocorrido, cheguei ao metrô. E, como é de praxe, fiz uma baldeação do Paraíso para a Consolação. Chegando à avenida Paulista, fui pegar mais um ônibus. Dei o sinal e o motorista não parou. O farol fechou e mesmo assim ele não abriu a porta. Fiquei indignada: estava no ponto dei o sinal corretamente e ônibus não parou. Além de ficar na minha frente no trânsito e mesmo após eu bater na porta, ele não abriu. Como pode? Acredito que isso acontece com boa parte das pessoas que usam o transporte público. Um fato lamentável, pois todos nós estamos cansados e estressados. E nada justifica uma atitude dessas.

Depois disso, o motorista de um ônibus que estava atrás desse me chamou e abriu a porta, me sinalizando para entrar. Sorte que passava pela avenida Rebouças. Enquanto agradecia, o cobrador me contou que o motorista que não deixou eu entrar faz isso com metade dos passageiros. Pensei comigo: “Nada profissional.”

Parei no meu ponto de destino, atravessei a rua e o farol de pedestres fechou quando eu ia atravessar a próxima. Do nada, uma mulher atravessou correndo e caiu no chão. Um ônibus vinha na direção dela. Imaginem... Ela quase foi atropelada. Todos ao redor gritavam. Por sorte ela não se machucou. Acredito que se os pedestres também fizessem a sua parte menos acidentes aconteceriam. A mulher foi imprudente e o ônibus estava correto.

Após tanta turbulência, cheguei no UOL. Hoje posso falar que foi o dia mais tenso da semana. Acho que senti na pele como é a vida de pedestre. Dentro do primeiro ônibus fiquei quase 50 minuntos, no metrô uns 20 e no ônibus seguinte mais 10 minutos. No total, o trajeto foi de 1h20. Pouco, diante do que suei.

Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO

Mudança de trajeto

Nesta noite, topei seguir o conselho de algumas pessoas. Ao sair do UOL, peguei o ônibus Anhangabaú, que pára na estação de metrô com o mesmo nome. A Anhangabaú fica na linha vermelha (Leste-Oeste), a mesma que a Tatuapé. O ônibus estava vazio, consegui entrar e me sentar sem dificuldades. Passando dois pontos, o ônibus começou a encher de tal maneira que até quem estava sentado se sentia esmagado e sufocado.

Ao meu lado sentou uma mulher, perguntei a ela se o ônibus parava bem próximo ao metrô e ela me afirmou que sim. Cerca de 20 min se passaram e a passageira me alertou dizendo que aquele ônibus era circular. Isto significa que ele não parava no ponto final, fazia o trajeto de volta sem parar. Sorte que ela foi solícita, pois com certeza teria voltado junto com o ônibus.

Enquanto passávamos na catraca comecei a conversar com a mulher, ela ia para o metrô Corinthians-Itaquera e de lá pegaria mais dois ônibus. No total, demoraria 2h15 para chegar em casa. Essa era a rotina dela. Se calcularmos, ela estaria em casa por volta da 00h30. Além disso, teria que acordar às 6h para mais um dia de trajeto com transporte público.

Entrei no metrô, comprei o bilhete desci as escadas rolantes. O metrô estava sossegado, sem paradas ou problemas. Poupei as duas baldeações, que já é um alívio. Cheguei no metrô Tatuapé às 22h35 e não parava de pensar no meu jantar. Estava com fome. Acho que a mudança no trajeto de hoje foi válida, é menos turbulenta e foi o melhor tempo até hoje. Além de a vista de ônibus ser bem mais agradável do que os túneis do metrô. Amanhã, tenho uma notícia. Irei para a faculdade em São Bernardo do Campo, e de lá para o UOL. Salve-se quem puder.

Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO
24/09/2008

Frio e lembranças do meu carro

Dia bem frio e eu acordei com uma gripe muito forte. Quase não conseguia sair da cama. Não fui à faculdade, mas para o trabalho teria que me recuperar. Tomei um remédio e 12h20 a minha jornada começava. Tarde muito sombria, pessoas muito agasalhadas e chuviscos.

Um vento bem gelado estava presente na plataforma do metrô. E eu rezando para não ficar mais doente. Parecia que o vagão demorava uma eternidade e que as pessoas estavam mais lentas. Mas hoje o problema era comigo.
Eu não estava 100% e quando você está gripada tudo fica um pouco mais difícil. Dentro do ônibus, eu via as pessoas correndo do chuvisco e alguns se protegiam como podiam, até com saco de mercado na cabeça alguns estavam. Acho que neste momento senti uma saudade do meu carro. Eu já contei? Ele tem nome e é meu companheiro dos momentos mais difíceis (risos).

A chuva é bem melhor enfrentada quando estamos dentro do nosso aconchegante carro. Acredito que muitos que estavam na rua por volta desse horário sonhavam com um carro quentinho. Cheguei ao UOL
às 13h25. Muito cedo, mas com o cabelo um pouco molhado e com frio.

Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO

A volta noturna passou bem rápido

Saí cinco minutos mais tarde do trabalho e, para quem anda de transporte público, esse pouco tempo faz uma enorme diferença. Os ônibus estavam lotados. Sentar? Privilégio para pouquíssimos. Na Consolação, desci do ônibus, caminhei para o metrô e vi uma cena que com certeza já tinha visto antes. Um casal se beijava. Lembrei que ontem eles estavam no mesmo lugar, quase no mesmo horário e na mesma posição.

Como a rotina pode influenciar tanto em pequenas atitudes... O casal se beijava da mesma forma que ontem e eu passava a pé por eles do mesmo jeito que ontem. A repetição das atitudes faz com que não reparemos e façamos tudo sempre igual. Ao meu ver, isso é um erro. Deveríamos mudar pelo menos um detalhe em nosso cotidiano. Que tal cumprimentar uma pessoa que nunca vimos?

E foi isso que eu fiz. Sentei no banco do metrô e cumprimentei uma garota. Ela ficou um pouco assustada, mas comecei a puxar assunto e descobri que ela ia para o mesmo lugar que eu. Moramos no mesmo bairro, nunca tínhamos nos visto e com um simples cumprimento conheci uma pessoa nova, que, além de tudo, me deu dicas para fazer o meu trajeto de amanhã.


Hoje demorei cerca de 35 minutos para chegar em casa. Tempo recorde de volta até então. Mas parece que passou bem rápido, fui conversando o caminho todo. Estava em casa, pois adoro falar e não vejo a hora passar.

Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO
23/09/2008

Personagens de uma viagem

O metrô Tatuapé estava calmo às 12h30... as pessoas andavam sossegadas e estava um silêncio, comportamentos totalmente diferenciados dos horários de pico. O vagão chegou, eu entrei rapidamente e atrás de mim vinha uma senhora correndo da escada rolante. Quando ela se aproximou do vagão, a porta fechou em seu braço. A mulher deu um berro de susto e dor que ecoou no metrô silencioso.

Na minha cabeça, só vinha a dor que ela devia ter sentido naquele momento. Eu comecei a imaginar como seria bom se no metrô existisse portas como de elevadores, colocávamos a mão e ela abriria. Mas nem tudo é como a gente imagina. Segui o meu caminho e, mesmo na calmaria, o vagão começava a lotar. Na Sé, eu já estava totalmente esmagada contra a barra de ferro. Sorte que lá eu ia descer e me sentir um pouco mais livre.

Fiz a minha rotineira baldeação e estava em direção ao Metrô Paraíso. Neste trajeto, entra no vagão um homem com deficiência física sentado em um skate pedindo dinheiro. Em vez da cadeira de roda, ele se locomovia com aquela tábua com quatro rodas e pegava impulso com as mãos no chão. Me aproximei, dei uma moeda e tentei puxar papo. O homem era de poucas palavras, mas me disse: "me sinto tão pequeno aqui embaixo. Você não deve ter noção. Me ajude com um trocado".

Ele se retirou e uma menina que estava ao meu lado disse que quando ela se lembrava do metrô, via a figura daquele homem. A garota pega aquela linha havia seis anos e o homem estava sempre ali. Interessante como cada lugar tem um personagem que nos chama a atenção.

Desci na av. Paulista, andei até a Consolação e peguei um ônibus até o UOL. Nesse trajeto todo, 1h40min se foram. E cheguei 15 minutos atrasada. Amanhã quero arranjar uma alternativa menos demorada, já que virei direto de São Bernardo. Haja pernas, histórias e caminhos para contar.

Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO

Volta para casa: 22h, 2 ônibus e duas baldeações

Eram 22h e começava mais uma etapa da minha rotina sem carro. Neste momento, o trajeto seria voltar para casa. Ao descer o elevador do UOL, perguntei para um colega como eu faria para pegar um ônibus até a avenida Paulista. Questionamento bem óbvio, porque para chegar ao ponto de ônibus só bastava atravessar a rua.


Cheguei ao ponto, estava cheio, perguntei qual ônibus poderia pegar e descobri que quase todos passavam na avenida Paulista. Em menos de três minutos, subi nele e sentei no único lugar vago, ao lado de uma senhora. Pedi licença e ela não me respondeu, após alguns instantes a mulher dormia e a cada curva esbarrava em mim, despertando. O ônibus balançava bastante.


Chegando à rua da Consolação, na esquina com a Paulista, acontecia uma manifestação com inúmeros ciclistas. Todos a favor do Dia Mundial sem Carro. As pessoas dentro do ônibus abriram as janelas para observar mais de perto. Acho que esses ciclistas foram uns dos poucos que fizeram algum ato pela data, porque hoje o congestionamento na capital chegou a 144 km. Mas meu ponto se aproximava e a próxima parada era o metrô.

Comprei o passe, desci as escadas rolantes e pensei: - Para qual lado eu devo ir? Deparei-me com um placa que sinalizava o metrô Paraíso, sentido Alto do Ipiranga. Ufa. Estou do lado certo. No local do embarque, havia inúmeros adolescentes e jovens cantando, conversando. Entrei no meio deles e tomei o vagão.  Não consegui lugar para sentar e fiquei viajando nos meus pensamentos. Acho que ao volante a preocupação é constante. No metrô, esperar é um hábito. E foi o que fiz. Fiz duas baldeações, uma no metrô Paraíso, sentido Tucuruvi, e outra na estação Sé.


Perto do metrô Tatuapé, onde desembarco, percebi que meu celular vibrou. Eram cerca de 10 ligações não atendidas. Incrível como a tecnologia se aprimora a cada dia e dentro das estações de metrô o celular teima em não pegar.


No total, peguei dois ônibus, fiz duas baldeações e demorei 40 min para chegar em minha casa. De carro, faço o trajeto em 30 minutos sem trânsito. Se pesarmos na balança, o resultado é equivalente. Mas só foi o primeiro dia.

Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO
22/09/2008

Carona foi a solução para o primeiro dia

Acordei atrasada para ir à faculdade. Eram 8h30 da manhã e precisava estar na Metodista, que fica localizada em São Bernardo, às 10h. Algo impossível com transporte público, pois uma viagem de ônibus naquele horário demoraria, em média, 1h40.


O desespero bateu. Comecei a busca pela carona perfeita. Liguei para um colega que já seguia seu caminho, liguei para outra e consegui. Um problema resolvido.Entrei no carro e já comecei ouvir uma música bem alta depois de acordar. Algo que não faço. Não consigo ouvir rádios musicais logo de manhã. O que tocava era um black music, típico de balada, daqueles bem dançantes. O som estava alto, a minha carona cantava e até dançava um pouquinho. Algo diferente, pois todas as manhãs fico no silêncio ou converso com uma amiga que costuma fazer o trajeto comigo.


No caminho, percebi coisas que nunca havia reparado antes. Palpitei nas rotas e até convenci minha carona a cortar um caminho do jeito que eu faço. Mas o tempo parece demorar muito mais se não é você que dirige. Estava ansiosa para chegar.

Na saída da faculdade, mais uma vez o atraso fez parte do meu dia. Eram 12h40, precisava estar no UOL às 14h. Fui me informar como iria para o trabalho de lá de São Bernardo. Descobri que o jeito mais rápido seria pegar um ônibus até a estação Saúde do metrô, depois parar na estação Consolação e pegar um ônibus até a av. Brigadeiro Faria Lima. O meu informante disse que em torno de 1h50 faria esse trajeto.


Esperei dez minutos e o ônibus não passou. Carona foi a solução novamente. Depois de umas cinco tentativas de ligações, consegui falar com uma amiga que trabalha próximo ao UOL e que por sorte estava na Metodista.


No caminho para chegar ao trabalho, o trânsito estava livre, sem muitos carros nas ruas. Moral da história: cheguei 13h10, cerca de 20 minutos antes do normal. Acho que não terei essa mesma sorte ao voltar para casa de transporte público às 22h. Esperem para o segundo tempo.


Por Thays Almendra, zona leste

comunicar erro COMUNICAR ERRO
A idéia

Na semana em que é comemorado o Dia Mundial Sem Carro (22 de setembro), uma equipe de jornalistas do UOL que costuma usar carro diariamente abrirá mão de seus veículos para observar e comparar as vantagens e desvantagens de viver no dia-a-dia usando transporte coletivo, bicicleta ou outros meios alternativos para se locomover. Diariamente, até sexta-feira, as impressões dos cinco jornalistas serão publicadas neste blog.

Gabriela Sylos Gabriela Sylos
Zona oeste, Pompéia
Saiba mais
Irineu Machado Irineu Machado
Zona sul, Vila Mariana
Saiba mais
Pedro Cirne Pedro Cirne
Zona oeste, Perdizes
Saiba mais
Thays Almendra Thays Almendra
Zona leste, Tatuapé
Saiba mais
Alessandro Giannini Alessandro Giannini
Los Angeles, EUA
Saiba mais

íconeParticipe você também! Conte seu trajeto no trânsito da sua cidade!

Regras de uso

Busca
Neste blog Na Web

Histórico